Você está prestes a simular um financiamento.
Ótimo! Simular é o primeiro passo para não tomar decisão no escuro.
Para ter um resultado mais útil, preencha com calma:
Valor do imóvel/veículo: use o valor real de compra (como se fosse à vista).
Entrada: quanto maior for a entrada, menor o valor financiado e menor o custo total.
Renda familiar: seja realista. Considere a renda “média” do mês, não o melhor mês.
Prazo: prazos maiores reduzem a parcela, mas aumentam o total pago.
Taxa de juros: se você ainda não tem proposta do banco, use uma taxa “conservadora” (um pouco acima do que você imagina), para não se iludir.
Uma regra de bolso saudável é manter a parcela total da casa/carro em torno de até 30% da renda familiar.
Se passar disso, o risco de aperto cresce — e o aperto no início do financiamento costuma ser o mais perigoso.
O risco hoje é no curto prazo:
nos primeiros 12 a 24 meses acontecem imprevistos, variação de renda, despesas extras e reajustes.
Por isso, a parcela precisa caber com folga — não “no limite”.
✅ Pode ser uma boa escolha quando:
você precisa do bem agora (moradia/necessidade real);
tem entrada forte;
a parcela cabe no orçamento com folga;
você mantém uma reserva de emergência (ideal: 3 a 6 meses).
Vantagens
Você compra e usa o bem imediatamente
Planejamento previsível (se taxa for fixa)
Pode ser a solução se a compra não pode esperar
Desvantagens
Juros podem deixar o custo total muito alto
Compromete seu orçamento por anos
Se a renda oscilar, o risco aumenta
Não tome decisão com uma simulação só.
📌 Faça pelo menos 3 cenários:
com entrada mínima
com entrada média
com entrada forte + prazo menor
Assim você enxerga o impacto real da parcela e do custo total.
E se você quiser comparar com alternativas sem juros (como consórcio), vale simular também antes de fechar.